sexta-feira, 25 de janeiro de 2030

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O principal público alvo do EstudaEng são os estudantes dos cursos de engenharia. A intenção é proporcionar aos nossos visitantes uma boa fonte de consulta e um espaço para trocarem experiências, além de receberem orientações e dicas de diversos assuntos, além de proporcionar um espaço para troca de experiências.
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sexta-feira, 14 de março de 2014

Vídeo- Aulas de Cálculo 1: Me Salva


A maioria dos estudantes quando começam o curso de cálculo dizem: Me salva! E este é exatamente o nome do projeto que traz diversas vídeo- aulas de cálculo. Qual a melhor forma de ensinar uma matéria difícil? Aquela que for a mais objetiva e simples. Esta é a tática usada pelo Me Salva, utilizando apenas canetas coloridas e folhas em branco os professores conseguem abordar os pontos mais importantes desta disciplina.



Vídeo- Aulas de Calculo 1: Aquino

Abaixo temos uma playlist de cálculo 1 de um excelente professor, LCM Aquino. Com uma linguagem simples e adequada aos recém formados do ensino médio, este professor já auxiliou muito estudantes a vencer está matéria presente em vários cursos, não só de engenharia. As aulas têm curta duração e tratam de assuntos pontuais da matéria que geralmente traz mais dificuldades aos alunos que estão iniciando iniciando sua jornada na área de exatas.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Video- Aulas de Cálculo I: Unicamp

Dentre as disciplinas iniciais dos cursos de engenharia, Calculo I, com certeza, é uma das que mais trás dificuldades aos alunos. Muitos ainda estão acostumados com o ritmo menos acelerado do ensino médio e acabam se assustando quando chega no primeiro curso de cálculo, além de muitos conceitos novos como limites derivadas e integrais que serão indispensáveis para o restante da vida acadêmica. Abaixo algumas das melhores vídeo- aulas encontradas na internet sobre Cálculo I. A Unicamp possui um projeto no Youtube através do qual disponibiliza as aulas dos cursos presenciais que foram gravadas e colocadas à disposição no seu canal do Youtube, você pode assistir as aulas de cálculo abaixo.


Limite e continuidade

O objetivo deste capitulo é discutir a definição de limite de diferentes formas. lnicialmente apresenta-se a noção intuitiva usando exemplos de sucessões numéricas. Em seguida apresentamos tabelas e gráficos que auxiliam na visualização do limite da função. A definição formal é apresentada propiciando a demonstração de propriedades que serão usadas no cálculo de limites e, finalmente, é apresentado o conceito de continuidade das funções.
Noção Intuitiva Inicialmente faremos algumas considerações. Sabemos que no conjunto dos númermos reais podemos sempre escolher um conjunto de números segundo qualquer regra preestabelecida. Analisemos os seguintes exemplos de sucessões numéricas.
(1) 1, 2, 3, 4, 5 ...
(2) 1/2, 2/3, 3/4, 4/5 ...
(3) 1, 0, -1, -2, -3 ...
(4) 1, 3/2, 3, 5/4, 5, 7/6, 7 ...
Na sucessão (1), os temos tomam-se cada vez maiores sem atingir um LIMITE. Dado um número real qualquer por maior que seja, podemos sempre encontrar na sucessão, um termo maior. Dizemos então que os termos dessa sucessão tendem para o infinito ou que o limite da sucessão é infinito. Denota -se:
x → ∞
Na sucessão (2) os termos crescem mas não ilimitadamente. Os números aproximam-se cada vez mais do valor 1 sem nunca atingirem esse valor. Diremos que:
x → 1

Demaneira análoga dizemos na sucessão (3)
x → -∞
Em (4) os termos da sucessão oscilam sem tender para um limite. Ampliarem os. agora, o conceito de LIMITE para os diversos caso de limite de uma função. Observemos as seguintes funções:
Exemplo 1:
Seja y=1-1/x (ver Figura 1 e Tabela 1)
imageimageEsta função tende para 1 quando x tende para o infinito. Basca observar as tabelas e o gráfico para constatar que:
y → 1 quando x → ∞
Denota-se :
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Exemplo 2:
A função y=+3x-2 tende para +∞ quando x → ∞ ou x → -∞.
Denota-se
image 
De fato, intuitivamente , basta analisar o gráfico (Figura 2) e as sucessões da Tabela 2.
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image 
Exemplo 3:
Na Figura 3 temos o gráfico da função y = x/2 + 3. De modo análogo aos exemplos anteriores, observando esse gráfico e a Tabela 3, podemos escrever que
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image imagePode-se observar no Exemplo 3 que, à medida que tomamos valores de x cada vez mais próximos de 4 ou (x→4), os valores de y tornam-se cada vez mais próximos de 5 ou (y→5), independentemente da sucessão de valores de x usados.
Esse mesmo exemplo pode ser analisado de outra forma, mais conveniente para a introdução da definição formal de Limite.
Pode-se observar que é possível tomar o valor de y tão próximo de 5 quanto desejamos, desde que tomemos x suficiente próximo de 4 (x→4).
A idéia "tomar o valor de y tão próximo de 5 quanto desejamos", é traduzida matematicamente pela desigualdade
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sendo E um número positivo qualquer, tão pequeno quanto se possa imaginar.
A idéia ''desde que tornemos x suficientemente próximo de 4 (x→4)" significa que deve existir um intervalo aber­to de raio
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e centro a=4, tal que se x (x≠4) variar nesse intervalo
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então deve valer  a desigualdade (1).
Na Figura 4 ilustramos essas idéias geometricamente.
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Podemos agora formular a definição de limite. Intuitivamente, dizemos que uma função f (x) tem limite L quando x tende para a, se é possível tomar f( x ) arbitrariamente próximo de L, desde que tomemos valores de x, x≠a suficientemente próximos de a.
De uma maneira formal, temos:
Seja f( x ) definida num intervalo aberto L, contendo a, exceto, possivelmente , no próprio a. Dizemos que o Limite de f(x ) quando x aproxima-se de a é L e escrevemos
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Noções de desenho técnico

O desenho foi a primeira forma de comunicação utilizada pelo homem, é mais antigo do que a fala e a escrita. Na pré-história o homem já utilizava-se das pinturas rupestres para expressar suas idéias e a sua forma de se relacionar com o ambiente em que vivia.
O desenho técnico que temos hoje em dia, é formado por um conjunto de normas e regras que são necessárias para o seu bom entendimento, independente do local da face da terra onde esteja. É a forma mais completa de representação de peças e conjuntos.

A fala, por exemplo, não seria capaz de transmitir todos os detalhes de uma peça, não seria capaz de transmitir com exatidão suas medidas ou seu formato, além disso, quem estivesse escutando não conseguiria guardar tantas informações.


Nem sempre pode-se utilizar um modelo para a fabricação de uma nova peça. Este modelo pode ser muito grande, ou muito pequeno. Ele pode ter detalhes internos que sejam difíceis de perceber ou até mesmo de medir.




Outra maneira que poderia ser utilizada seria a fotografia, mas ela também não consegue transmitir informações sobre detalhes internos, medidas ou acabamento das superfícies da peça, por exemplo.


O método mais completo, com certeza, é o desenho técnico. Ele utiliza um alto grau de normalização e é baseado na geometria descritiva. Cada linha tem um significado diferente no desenho, de acordo com seu formato, localização ou, até mesmo, sua espessura. Vamos ver os formatos de papel que são mais utilizados, as diferentes classificações do desenho, os tipos de linha e muito mais a respeito do desenho técnico.




 
Tipos de desenho

De acordo com a finalidade a que se destinam e o grau de precisam que recebem, os desenhos técnicos rebem a classificação abaixo:

- Esboço: É o desenho feito à mão, muitas vezes não utiliza nenhum instrumento de desenho a não ser o lápis. Sua finalidade é transmitir informações rápidas de maneira simples.




- Desenho rigoroso: Neste desenho são utilizados instrumentos de desenho. Cada linha, cada traço é realizado de acordo com uma norma correspondente. Este tipo de desenho transmite informações de maneira mais clara e com menos chance de erro, porém, requer tempo e conhecimento técnico para ser realizado.
- Desenho de detalhes: é uma maneira de representar as peças com a descrição mais rica possível. Além da representação de formatos e medidas, traz diversas outras informações como acabamento superficial, tolerâncias dimensionais e geométrica, e tantas outras informações.




Instrumentos utilizados no desenho

Embora o "instrumento" mais utilizado atualmente para execução de desenhos seja o computador e os vários softwares de desenho técnico que existem, ainda existe muitas pessoas que não têm um bom domínio da informatica ou dos softwares CAD ( Computer Aided Design- desenho assistido por computador).
 
Assim, o velho lápis e a prancheta ainda são muito utilizados, sobretudo nos serviços de manutenção, nas oficinas onde se desenha para transmitir informações de maneira rápida e, muitas vezes não existe o computador ou o software para utilização. Os principais instrumentos utilizados no desenho à mão você observa na ilustração abaixo:


Formatos de papel

Os papéis utilizados nos desenhos técnicos têm suas dimensões normalizadas. Os formatos de papel mais utilizados são aqueles da "série A". O maior papel da série A é o "A0", que possui mais de um metro de largura, os demais papéis até o A6 (menor formato utilizado) são obtidos através da divisão por dois do papel imediatamente maior que eles. Assim, o A1 é a metade do A0. O A2 é a metade do A1. O A3 é a metade do A2. O A4 é a metade do A3. O A5 é a metade do A4. O A6 é a metade do A5.

Abaixo observamos uma tabela com as dimensões padronizadas dos papéis da série A:
Margem e legenda

As margens do desenho também seguem padrões rigorosos com dimensões bem definidas. Note que a margem esquerda é maior do que as outras, ela serve justamente para receber os furos que serão utilizados para fixação do desenho em pastas e fichários.

No formato A4 e nos formatos menores que ele, a legenda deve ficar no centro, posição inferior da folha. Nos formatos maiores, a legenda deve ficar no canto inferior direito. As informações da legenda são importantíssimas para a compreensão do desenho. Nela está descrito o tipo e o tamanho do material que será utilizado para realização do projeto, o número de peças, o nome do autor do desenho e várias outras informações.
          
Caligrafia técnica

Para que a interpretação do desenho não seja prejudicada por problemas de grafia, existe uma caligrafia técnica padronizada. Tudo é normalizado, desde o tamanho das letras até à espessura das linhas.

Tipos de linhas

Cada linha que está presente em um desenho tem um significado diferente. Uma linha pode representar um detalhe externo, enquanto outra representa um detalhe interno, que seria imperceptível perceber sem a ajuda do desenho. O quadro a seguir traz um resumo da maioria das linha que são utilizadas no desenho técnico com suas principais aplicações:

 

domingo, 27 de janeiro de 2013

Vídeos de Autocad

Abaixo você pode assistir uma playlist mostrando de maneira bastante clara e simples a correta utilização do Autocad.
 


 
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